domingo, 30 de maio de 2010

Corrida:Circuito das Estações Adidas - Eu Fui!

Sol na capital do inverno
Sem frio, a cidade de Porto Alegre recebeu o Circuito das Estações Adidas nesta manhã de domingo (30). Prova contou com quatro mil corredores
Foi realizada na manhã deste domingo, dia 30 de maio, a primeira etapa de inverno do Circuito das Estações Adidas em 2010. A prova, que contou com quatro mil corredores, teve como palco o Parque da Harmonia, e a largada foi dada às 9h.
O clima na capital gaúcha estava ameno, o que agradou os corredores.

Fiquei muito feliz com a minha participação, em um ano, essa foi a minha 14ª corrida, meu vício e quilinhos a menos!

Algumas informações importantes e saudáveis sobre este maravilhoso esporte:


Correr ajuda a manter as mulheres dentro de padrões ideais de saúde e bem-estar. Além disso, podem ficar mais belas e felizes .
Um estudo realizado pela Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, em 2002, mostrou que a solução é simples: 60% a 70% das mulheres pesquisadas que iniciaram a prática da corrida diminuíram os sintomas da TPM, com o aumento da taxa metabólica basal. Além de diminuir os males causados pela TPM, as alterações provocadas pela corrida tornam as mulheres mais saudáveis.

O esporte é capaz de fazer com que as mulheres fiquem na faixa de normalidade em relação à pressão arterial, IMC (índice de massa corporal), glicemia e colesterol. O resultado é ganho em saúde, pois gera grandes estímulos no organismo. Quem afirma é Fábio Torres, médico cardiologista que atua no centro de reabilitação cardiopulmonar da PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul) e responsável pela ergoespirometria do Hospital São Lucas da mesma universidade:

“Para as mulheres que já possuem bom condicionamento físico, a caminhada ou atividades muito leves não conseguirão obter índices satisfatórios. Nesse caso, precisam ultrapassar limites do limiar anaeróbico 1, para ganhar no sistema cardiovascular”, afirma Torres.

Muito melhor para as corredoras
De acordo com José Kawazoe Lazzoli, cardiologista especialista em medicina do esporte e presidente da SBME (Sociedade Brasileira de Medicina do Esporte), mulheres que praticam esporte têm cerca de cinco vezes menos chance de ter hipertensão comparadas a sedentárias. “E mais, a corredora com atividade de três vezes por semana gasta cerca de duas mil kcal por semana, o que diminui muito a chance de desenvolver doenças cardiovasculares”, explica Lazzoli.

Com a prática de uma atividade aeróbica como a corrida, também ocorrem alterações nas enzimas do fígado, que favorecem o aumento do HDL — o “colesterol bom” —, que retira a gordura das artérias. “E também a perda de peso gerada pela corrida é capaz de diminuir a quantidade de gordura no organismo”, acrescenta o cardiologista.

No quesito glicemia, a corrida ajuda seus níveis a ficarem estáveis, principalmente para portadores de diabetes do tipo 2, também chamada de diabetes da meia-idade, que dificulta o transporte de glicose pela corrente sanguínea. “A prática esportiva ajuda a melhorar os receptores de insulina nas células, que é defasado em pessoas diabéticas”, diz.

E mais: “Com mais força na circulação, diminui a pressão arterial e evita-se a sobrecarga no coração e, conseqüentemente, o infarto. Por isso a prática esportiva é usada no tratamento de hipertensão”, completa o cardiologista Torres.

Análises clínicas na prática
No dia anterior a uma corrida feminina em 2008, foram realizados 278 testes de screenings (ou seja, um check-up simplificado) para avaliar pressão arterial, IMC, glicemia e colesterol. Graças a uma vida ativa, os resultados médios da maioria das participantes foram considerados excelentes.

Quem os analisou foi o presidente do Departamento de Ergometria e Reabilitação da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) Ricardo Vivacqua. “Considerando que a maioria das corredoras tem entre 30 e 34 anos, tais resultados denotam que a pressão arterial está estável em decorrência da prática da corrida. O colesterol está excelente e o índice de massa corpórea está dentro dos padrões normais”, afirma Vivacqua.

Para Carlos Soares, responsável pelos programas de medicina preventiva da Omint (empresa de planos de saúde), especialista em medicina preventiva, administração em serviços de saúde e bioética, esses check-ups devem ser feitos sempre para analisar os resultados isoladamente, pois um IMC na faixa normal não isenta a mulher de uma alta taxa de colesterol. Soares ainda compara o corpo a um carro, que sempre necessita de revisão.

“Quem pratica esportes também está sujeito a problemas. Por isso, a importância dos exames. Identificando alguns distúrbios, basta um ajuste na dieta ou no treinamento, para evitar doenças e acidentes mais graves”.

Além de saudável, mais bonita
Lazzoli acrescenta que o coração é o primeiro órgão a se beneficiar com a corrida. Em seguida, o cérebro tem melhorias no funcionamento. O esporte praticado regularmente inibe a atividade do neurotransmissor receptor de serotonina, que causa depressão. Isto é, a corrida ajuda a evitar distúrbios de humor, além de deixar a mulher mais disposta.

A aparência também melhora devido à melhoria da qualidade do sono, pois os níveis de estresse são diminuídos no dia-a-dia. Para completar a beleza da pele, a circulação sanguínea melhora a distribuição de nutrientes e sais minerais, deixando-a com mais brilho e livre de toxinas.

Por fim, a corrida, por conta do impacto, influencia a densidade óssea, aumentando-a, e, assim, ajuda a combater a osteoporose, problema que atinge um grande número de mulheres.

Faça o seu teste
Para ter certeza de que a saúde está em dia, se a pressão arterial, o IMC, a glicemia e o colesterol estiverem dentro da média estabelecida como normal, indicam que a pessoa corre menos riscos de ter doenças cardiovasculares e de desenvolver diabetes. Esses valores dentro do normal indicam que não há acúmulo de gordura subcutânea e risco de se depositarem nas artérias, menos açúcar circulando no sangue e sistema cardiovascular mais eficiente, a menos que a mulher tenha uma predisposição genética muito acentuada.

Índices de normalidade
Pressão arterial: 10 x 6 mmHg (média)
IMC: entre 19 e 25
Glicemia: entre 70 mg/dl e 100 mg/dl
Colesterol: abaixo de 200 mg/dl

www.o2porminuto.uol.com.br

sábado, 29 de maio de 2010

Fibras ajudam a emagrecer

Elas estão ocultas na consistência crocante de uma cenoura e no sabor levemente adocicado de uma maçã. Na soja e na lentilha, aparecem aos montes. E ainda emprestam suas qualidades ao arroz integral, à aveia, à linhaça e às folhas. Diferentemente de micronutrientes como a vitamina C, que dá aos alimentos um toque cítrico, as fibras não alteram o sabor da comida — interferem muito mais na textura.

Você certamente já ouviu falar dos seus benefícios, especialmente para o bom funcionamento do intestino. Agora a ciência acaba de revelar outro megafavor que as fibras prestam à nossa saúde: ajudam a esvaziar pneus do abdômen. “Quanto maior o consumo de fibras, menor o acúmulo de gordura visceral, que fica entre o intestino e outros órgãos abdominais”, garante Jaimie Davis, professora do Departamento de Medicina Preventiva na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. A constatação vem de um estudo que ela acaba de apresentar na China, no I Congresso Internacional de Obesidade Abdominal.

Já Huaidong Du, cientista do Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente, na Holanda, fez outro trabalho que confirma a relação entre as fibras e a circunferência abdominal. “Consumir mais de 10 gramas por dia durante um ano reduz um pouco menos de 1 centímetro de barriga”, conta. Essas são duas novíssimas evidências do elo entre o consumo de fibras e a eliminação do tecido adiposo — tanto aquele escondido entre os órgãos como o que impede que o botão da calça se feche. Para desvendar o complexo mecanismo por trás da redução da barriga, no entanto, é preciso entender todas as benfeitorias que elas realizam corpo adentro. A partir de agora, você abocanhará uma cenoura ou uma maçã com muito mais satisfação.

Acompanhe o raciocínio da nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo: “Pessoas que consomem mais alimentos ricos em fibras tendem a ingerir menos gorduras e calorias, o que leva a um controle do peso e, consequentemente, à redução da circunferência abdominal”. Mas a explicação — que provavelmente você já ouviu antes — não é a única para justificar o fato de elas murcharem os pneus.

“As fibras formam uma goma em contato com água e tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar seja absorvido de maneira gradual”, acrescenta a nutricionista Giane Sprada Mira, da Universidade Federal do Paraná, entregando uma chave importante para o enigma. E por que isso é bom? Ora, se não fosse assim, o organismo produziria mais insulina, o hormônio que coloca a glicose dentro das células. E, em excesso, ele favorece o estoque de gordura na região do abdômen — sem falar que libera o caminho para que o diabete se instale.

Da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, vem a prova de que a versão solúvel é capaz, também, de melhorar o sistema imunológico. “As fibras solúveis transformam células de defesa pró-inflamatórias em anti-inflamatórias”, detalha Gregory Freund, professor de patologia da instituição. Há quem atribua essa ação a um tipo específico delas, as chamadas de prebióticas — como a inulina e os fruto-oligossacarídeos. “Elas estimulam o crescimento de bactérias benéficas na flora intestinal e bloqueiam a atividade dos micro-organismos danosos”, afirma Eline Soriano, da Associação Brasileira de Nutrologia.


Segundo a especialista, o produto da fermentação das prebióticas no intestino está relacionado ainda à produção de natural killers, as células que estão na vanguarda do batalhão de defesa do organismo. Ah, sim, para aproveitá-las, invista na banana, na alcachofra, na cevada, no alho, na cebola e no centeio.

Outra enorme vantagem das fibras solúveis, de maneira geral, é a sua atração pelas moléculas de colesterol. “A betaglucana, cuja principal fonte é a aveia, se liga a essas gorduras dentro do intestino e inibe sua absorção”, diz Mariana Del Bosco, nutricionista da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. Então, junto com os sais biliares, colesterol e fibras solúveis, unidos, acabam eliminados nas fezes. Isso obriga o fígado a usar mais moléculas de colesterol para produzir a bile, mantendo-as afastadas da corrente sanguínea. O resultado é um corpo mais protegido das doenças cardiovasculares, como infartos e derrames. Antes de se perguntar onde estão escondidas essas substâncias poderosas, saiba que o bom e velho feijão é uma excelente fonte — servido com arroz integral, então, só faz potencializar o consumo diário de fibras totais.

Se por um lado o altruísmo das fibras é duradouro, não podemos dizer o mesmo desses compostos em si. A passagem delas pelo organismo tem período restrito. “Por definição, trata-se da parte comestível das plantas ou carboidratos que são resistentes à digestão e à absorção no intestino delgado”, resume Mariana Del Bosco. Quer dizer: elas entram, cumprem o seu papel e vão embora, sem mergulhar na circulação como vitaminas e minerais. Por isso mesmo, embora presentes nos alimentos, o correto seria nem sequer classificá-las como nutrientes.

Recentemente, pesquisadores descobriram que essa passagem fugaz pelo corpo rende bons frutos inclusive aos pulmões e ao estômago — comer fibras ajudaria a afastar a doença pulmonar obstrutiva crônica e a gastrite. E mesmo na hora do adeus elas continuam agindo em seu favor. “Além de aumentar o bolo fecal, melhorando o funcionamento do intestino, as fibras varrem as toxinas acumuladas nesse órgão que, se ficassem muito tempo em contato com suas paredes, facilitariam o desenvolvimento de tumores”, afirma a nutricionista Daniela Jobst, em São Paulo.

Seguir os preceitos da boa saúde, investindo em porções de frutas, verduras e legumes todos os dias, é o melhor caminho para atingir a recomendação diária de fibras, de 25 gramas — hoje há quem defenda um valor de até 35 gramas! Como nem todo mundo consegue alcançar essa cota, vale apostar nos alimentos que levam doses extras da substância, como pães e massas integrais e iogurtes suplementados de fibras solúveis ou com cereais.

Note que, para que qualquer item seja considerado fonte de fibras, ele deve ter, no mínimo, 3 gramas desse ingrediente por 100 gramas de alimento. “Os produtos industrializados ricos em fibras são um complemento a dietas pobres em fibras dos vegetais propriamente ditos”, comenta Eline Soriano. “Mas é importante lembrar que, muitas vezes, eles são enriquecidos com um único ingrediente e deixam a desejar em relação ao resto”, pondera. Em sua forma natural — ou seja, nas frutas, nos cereais e nas hortaliças —, as fibras sempre vêm bem acompanhadas de uma série de substâncias fundamentais para uma saúde equilibrada.

Os especialistas insistem que uma dieta adequada e a prática de atividade física, aliás, são parte essencial tanto do processo de emagrecimento como da busca por qualidade de vida. Uma coisa, porém, é certa: as fibras podem não ser uma solução única para os seus problemas — nada, afinal, é —, mas as suas fontes são, também, as melhores escolhas para um cardápio saudável.

Revista Saúde

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Treino em grupo acaba com desculpas para a preguiça

JustificarMotivação e mais 8 vantagens de sair correndo em turma

Fazer uma atividade física exige bastante determinação. É preciso ter metas claras e um plano de treino alinhado aos seus objetivos. Mas, nem sempre, isso é suficiente para promover uma mudança nos seus hábitos. É aí que a ajuda de um amigo ou conhecido pode fazer a diferença: além de servir de espelho, ele pode arrastar você nos dias em que a preguiça resolver dar as caras. A seguir, a consultora esportiva Stella Krieger, do Estúdio Body Expression, mostra as vantagens de treinar em grupo e acaba com suas desculpas para insistir no sedentarismo.

Motivação quando o grupo é formado por alunos com o mesmo perfil, o desafio deixa de ser individual e torna-se coletivo. Assim, nos dias em que falta pique em você, basta pedir emprestado aos colegas.

Desempenho observar sua evolução tendo os colegas como espelho é uma as maneiras mais eficazes de descobrir se o treino está adequado ao seu perfil. Mas, para a estratégia dar certo, você precisa treinar num grupo de acordo com o seu preparo físico.

Economia fica mais barato contratar um personal trainer quando você treina em grupo. Em geral, os professores aceitam acompanhar até três alunos no mesmo horário.

Papo bom as conversas durante o treino são outro atrativo do grupo. Quando bem conduzidas, para que não atrapalhem o rendimento, elas ajudam o tempo a passar mais rapidamente e você nem sente o cansaço.

Exemplo em grupo, um colega dá dicas ao outro, amenizando as dificuldades. Ainda que todos os alunos estejam no mesmo nível, é normal que o desafio de uns seja algo simples para outros. E as dicas na hora do treino aceleram a superação.

Segurança mesmo que você escolha treinar durante o dia, o grupo ajuda a evitar acidentes. Os motoristas desviam com mais facilidade e o grupo também evita ações de marginais, interessados nos tênis e demais equipamentos usados por corredores.

Socorro os alongamentos e a alimentação adequada ajudam a prevenir lesões. Mas os acidentes acontecem e, quando você está em turma, o socorro acontece com mais agilidade. Ter alguém conhecido por perto acelera a ida ao pronto-socorro ou à farmácia para fazer um curativo, por exemplo.

Concentração treinar a concentração nos treinos em grupo é um dos maiores desafios. Com os amigos por perto, as chances de dispersão aumentam, dificultando o foco no seu próprio desempenho. Por isso, reserve uma parte do treino para o silêncio e veja como você lida com ele. A preparação é importante, principalmente, para quem visa às competições.

Sociabilidade conhecer pessoas com objetivos semelhantes aos seus é uma das vantagens dos grupos montados pelas assessorias esportivas. Com toda a turma envolvida na mudança de hábitos, a transformação ocorre de forma mais natural, sem atitudes extremas.

Não perca tempo, reuna seus amigos e tenha prazer em praticar uma atividadades física, seu corpo e bem estar agradecem.

Este post é dedicado ao meu amigo de todas as horas, Mágnor.

minhavida.uol.com.br

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Prazer em se exercitar interfere nos resultados do treino

Alimentação desequilibrada e pouca endorfina explicam desmotivação para treinar

A ciência só vem confirmar o que todos desconfiam: fazer algo sem prazer, não surte bons resultados. E isso vale também para os exercícios físicos: um estudo realizado pela Universidade de Vermont, nos Estados Unidos, comprovou que as mulheres que avaliam sua rotina de exercícios como sofrida, acumulavam mais quilos em um período de um ano, quando comparadas àquelas que não consideravam o treino um sofrimento. Mas por que muitas vezes a prática de exercícios é encarada como algo penoso?

Se você fizer um exercício que gosta, as chances de ficar "viciada" e não querer parar mais de se exercitar são bem grandes. Entretanto, há um complexo processo por trás do nosso metabolismo que pode fazer uma pessoa sentir frustração com a rotina dos treinos. O sofrimento de muita gente com a atividade física pode ser explicado pela sensação de praticar os exercícios e, ao mesmo tempo, não ver uma diminuição do peso.

Resultados no prato

Quando alguém começa a praticar uma atividade física, passa a sentir uma maior necessidade de comer, devido ao maior gasto energético. O problema é que muitas pessoas não calculam bem esse equilíbrio, pois não sabem direito o quão calóricos são os alimentos que ingere, ou superestimam a quantidade de calorias que o exercício físico queimou. "Para quem não é atleta, ou seja, que não ultrapassa uma média de uma hora e meia de exercícios físicos por dia, dificilmente vai gastar mais que 800 calorias com o treino em um dia", diz o fisiologista do exercício da Unifesp Paulo Correia.

E essa quantidade não é muito difícil de ser reposta com a alimentação: uma escapadinha com uma sobremesa aqui e um petisco acolá são capazes de dar conta de repor e até extrapolar o que você suou para perder. "Para quem quer emagrecer, o maior segredo, não está somente nos exercícios (que, claro são fundamentais para a boa saúde), pois a alimentação correta é muito mais eficiente em não colocar calorias e gorduras para dentro da sua "máquina", do que tentar gastá-las em vão", explica Paulo. Uma boa dica para quem faz exercício é deixar a refeição para o pós-treino, quando o fígado libera a substância glucagon, que facilita a queima das gorduras que você vai ingerir. Esse processo não acontece antes do esforço intenso, ou seja, não é uma boa apostar nas refeições pesadas e guloseimas antes do exercício físico.

Sofra menos
Outra pesquisa, também da Universidade de Vermont, comprovou que a boa fama das endorfinas, substâncias por trás da super disposição que dá as caras logo depois da prática esportiva, dura mais do que alguns minutos, como se pensava até pouco tempo atrás. Os pesquisadores observaram que a euforia saudável proporcionada por essas moléculas despejadas no cérebro durante a atividade física perdura por até 12 horas, garantindo a disposição.

Ou seja, não é mito, nem algo inalcançável gostar tanto da atividade física a ponto de fazer dela um hobby - e não só uma obrigação com sua dieta e saúde. Entretanto, quem começou a se exercitar agora, não irá sentir esse efeito de imediato. ?A maioria das pessoas começa a sentir prazer com o exercício em alguns meses de treinamento, mas isso varia de pessoa para pessoa, de acordo com a personal trainer Paula Loiola.

Se você não vê a hora de encarar a rotina de exercícios como uma diversão, deve pensar bem antes de escolher sua atividade e, além de checar sua saúde, pode optar por fazer também uma avaliação com um profissional de educação física. Quem quer tomar gosto pelos exercícios deve observar qual é seu tipo de perfil e escolher a modalidade que tem a ver com a personalidade. Há pessoas que não gostam das academias cheias, preferindo atividades em casa ou ao ar livre, há aqueles que preferem exercitar o corpo e a mente ao mesmo tempo (e escolhem práticas como Tai Chi ou Yoga). "Mas seja qual for a sua escolha, a musculação não deve ser deixada de lado, pois é uma base para fortalecer a musculatura, o que é importante e qualquer atividade física", diz Paula Loiola.

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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Qual seu tipo de metabolismo?

O Post é extenso, mas fale muito a pena saber destas informações.

Saber se você precisa de mais carboidrato ou proteína faz toda a diferença na dieta

Qual será o seu tipo?

Há meses você come só uma lasquinha de pão por dia na tentativa de perder peso e nada – a balança não dá o mínimo sinal de que o esforço está valendo a pena. Então preste atenção: seu metabolismo pode ser do tipo carboidrato. Quer dizer que seu organismo precisa de porções mais generosas desse nutriente para funcionar bem e, assim, queimar os estoques de gordura com mais facilidade. Sim, você pode comer pão e massa sem culpa. Seu tipo metabólico é proteína? Nesse caso, carnes e leguminosas devem ser prioridade no seu cardápio. Ainda existe o tipo misto, que pede proteína e carboidrato quase na mesma proporção. A gordura também é importante na quantidade adequada para o seu tipo metabólico.

Classificar o metabolismo em três tipos foi a maneira que o médico e nutrólogo Wilson Rondó Jr. – autor do livro Emagreça e Apareça – Descubra Seu Tipo Metabólico (Editora Gaia) – encontrou para montar uma dieta próxima à química do nosso organismo. Quem testou aprovou: “Quanto mais restringia o pão e o arroz, mais dificuldade eu tinha para emagrecer. Comecei, então, a seguir uma dieta com mais carboidrato e menos proteína – ideal para o meu metabolismo. Em três meses, perdi 16 quilos”, comemora a cirurgiã-dentista Michele Gomes, 25 anos, de São Paulo. Tipo proteína, a enfermeira paulistana Susy Ezaki, 40 anos, fez o contrário: diminuiu o carboidrato e aumentou a proteína. Secou o excesso em um mês e meio.

Faça o teste e descubra

Faça o teste e descubra o seu tipo de metabolismo

Marque verdadeiro ou falso nas questões com base no que realmente acontece com você. Evite responder pensando naquilo que sabe que é certo, mas não pratica. Se nenhuma das opções tem a ver com seus hábitos, pule para a próxima sem marcar nada. E, se tiver dúvida, pense melhor e responda depois.

Parte 1

1. Sempre tenho fome no café-da-manhã
( ) V ( ) F

2. Na hora do almoço, meu apetite desperta
( ) V ( ) F

3. Tenho bastante fome no jantar
( ) V ( ) F

4. Não consigo ficar mais de quatro horas sem comer
( ) V ( ) F

5. Fazer um lanche entre as refeições me deixa bem
( ) V ( ) F

6. Penso em comida o tempo todo
( ) V ( ) F

7. Fico mais bem disposta quando como carne ou peixe
( ) V ( ) F

8. Refeição sem carne não mata minha fome
( ) V ( ) F

9. Carne ou alimentos gordurosos me dão energia
( ) V ( ) F

10. Troco facilmente o doce por salgado
( ) V ( ) F

Some as perguntas que respondeu falso (F) e multiplique-as por 2. Faça o mesmo com as que marcou verdadeiro (V).

Parte 2

1. Não consigo ficar em jejum
( ) V ( ) F

2. Comer antes de dormir melhora meu sono
( ) V ( ) F

3. Beber suco de laranja pela manhã me faz mal
( ) V ( ) F

4. Ficar à base de fruta não me satisfaz
( ) V ( ) F

5. Café me deixa acelerada
( ) V ( ) F

6. Meus olhos e/ou nariz costumam ficar úmidos
( ) V ( ) F

7. Faço xixi várias vezes ao dia
( ) V ( ) F

8. Tenho que tossir com freqüência para limpar minha garganta
( ) V ( ) F

9. Gosto de dormir até mais tarde
( ) V ( ) F

10. Quando me corto, a ferida cicatriza rápido
( ) V ( ) F

Marque 1 ponto para cada item assinalado.

Resultado
1. Se o total de respostas falsas for igual ou maior a 18, seu tipo metabólico é CARBOIDRATO.

2. Se o total de respostas verdadeiras for igual ou maior a 18, seu tipo metabólico é PROTEÍNA.

3. Se o total de respostas falsas for menor de 18 e o de verdadeiras também, seu tipo metabólico é MISTO.

Agora que você sabe o resultado do teste, procure a seguir o cardápio correspondente ao seu tipo. Ele traz as porções ideais de carboidrato, proteína e gordura, além de sinalizar os itens que podem provocar alergia alimentar. Daí vem inflamação nas células, o que contribui para o ganho de peso. Suspenda esses alimentos durante a dieta, e garanta o sucesso na balança.

Certificado de garantia
Pode acontecer de você responder algumas alternativas do teste de maneira inadequada e chegar a um resultado que não corresponde ao seu metabolismo verdadeiro. Por isso, fique atenta aos sinais abaixo. Se depois de 15 dias você apresentar um ou mais deles, repita o teste e recomece a dieta certa para o seu tipo.

1. Continua ganhando peso.
2. Tem compulsão a determinados alimentos.
3. Apresenta variações de humor (depressão, alegria, euforia...).
4. Se sente fraca, sem disposição.
5. Fica resfriada ou gripada com freqüência.


Metabolismo tipo carboidrato

60% carboidrato
25% proteína
15% gordura

Você pode comer porções generosas de carboidrato. Mas não fique só no pão e na massa. Esse nutriente também deve vir das verduras, legumes e frutas.

O que evitar

Carne, leite, feijão e lentilha em excesso. Esses alimentos são fonte de purina, uma categoria de proteína que pode provocar alergia alimentar no tipo carboidrato.

Metabolismo tipo proteína

30% carboidrato
40% proteína
30% gordura

Doses extras de proteína e gordura são essenciais para o seu organismo, mas é importante que esses nutrientes venham de carne magra, além de grãos e castanhas

O que evitar
Especialmente doces e produtos feitos com farinha refinada. São alimentos que aceleram a produção do hormônio insulina, famoso por favorecer o estoque de gordura, em todos os tipos metabólicos. Mas no tipo proteína o estrago é ainda maior.


Metabolismo tipo misto

50% carboidrato
30% proteína
20% gordura

Você pode comer carboidrato, proteína e gordura em proporções mais equilibradas. Escolha as fontes mais saudáveis: massas e grãos integrais, carnes magras e gorduras boas.

O que evitar
Pães e massas ricos em glúten. Essa proteína é de difícil digestão e, por isso, está relacionada à indigestão e alergia alimentar no tipo misto.

Faça o teste, se quiser receber um cardápio elaborado pela Boa Forma para seu tipo de metabolismo, solicite pelo e-mail ro@romassoterapeuta.com

Revista Boa Forma

terça-feira, 25 de maio de 2010

Cuidado com o "Doutor Google" na hora de pesquisar sobre doenças

Internet é fonte de informações nem sempre verídicas na área da saúde

Ao digitar a palavra hipertensão no Google, o mais popular programa de buscas na internet, aparecem 1,2 milhão de páginas em que o nome da doença é citado. Também há anúncios relacionados ao assunto – um deles prometendo a cura da impotência sexual. Na lista de resultados, há páginas do Ministério da Saúde, de hospitais, de estudos científicos e da sociedade médica especializada em hipertensão. Porém, em meio às informações de fontes seguras, a pessoa que faz a busca corre o risco de ler textos elaborados por leigos, sem qualquer fundamentação teórica. Como, por exemplo, o conselho de se misturar remédio a uma fórmula feita com alho e azeite de oliva.

A rede mundial de computadores tornou-se uma interminável e bem acessada enciclopédia de termos médicos. No Brasil, de acordo com uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet, 39% dos usuários usam a web para procurar informações relacionadas à saúde, sendo que o percentual sobe para 60% quando se consideram apenas os quem têm nível superior. Embora reconheçam a utilidade da internet na democratização da medicina, especialistas também se preocupam com a qualidade e o uso que se faz das informações.

– Não há a menor dúvida de que a internet contribui para a informação. O médico que não souber o que está acontecendo na área pode passar por um grande constrangimento, porque o paciente vai chegar ao consultório atualizado – acredita Reginaldo Albuquerque, clínico-geral e endocrinologista do Exame Medicina Diagnóstico/Dasa e editor do site www.diabetes.org.br, da Sociedade Brasileira de Diabetes. – Mas nada pode substituir a relação entre médico e paciente. Algumas pessoas, por exemplo, querem checar a opinião de seu médico com a do site. Isso é perigoso. Há muita informação na internet, como a que adoçante dá câncer, que se pode jogar no lixo – alerta.

Filtro

A funcionária pública Zenaide Gonçalves da Silva Ramos, 44 anos, chega a dizer:

– Confio mais no “Dr. Google” do que nos médicos. Se, por exemplo, o dermatologista me passar uma receita, eu entro na internet para pegar informações sobre as propriedades dos ingredientes e ver outras opiniões, para ter certeza de que posso usar mesmo – conta.

Apesar da confiança depositada na internet, ela diz que procura filtrar apenas as boas informações.

– Na minha família, já teve caso da pessoa ter um sintoma e o Google a levar a pensar que estava com uma doença seríssima. A pessoa tem que filtrar, se não fica em pânico mesmo – diz.

Neuroses online

O presidente da Associação Paulista de Medicina e diretor da Associação Médica Brasileira, Jorge Carlos Machado Curi, alerta que é comum o paciente tirar conclusões precipitadas.

– A pessoa conclui apressadamente que tem uma determinada doença. Começa a ver tanta coisa que fica psicótica e neurótica, avidamente procurando informações e achando que tem tudo. Hoje, com tantas informações, até os médicos têm dificuldades de separar o joio do trigo. Imagine para o leigo.

A administradora Vanessa Holanda Timoteo da Silva, 26 anos, é adepta das consultas online. Curiosa, a administradora gosta de tentar decifrar os resultados de exames na web.

– Adianta bastante, nunca levei nenhum susto com os resultados. Confio 90% do Google – diz.

O clínico-geral Reginaldo Albuquerque, porém, adverte que é muito perigoso o leigo tentar interpretar exames.

– O exame, por si, não faz diagnóstico de nada. É um número que pode ter significados diferentes dependendo do estado do paciente, dos sintomas e do exame clínico, realizado pelo médico – explica.

CORREIO BRAZILIENSE

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Perder peso faz bem às pernas e ao coração

Controlar o peso com uma dieta equilibrada e praticar exercícios físicos regularmente são fatores-chave para se prevenir das doenças do coração e levar uma vida saudável. Mas, se para perder peso você tem de se mexer, você deve contar com pernas saudáveis. O problema aparece quando se está tão acima do peso que as pernas doem muito e não se tem a mínima disposição de enfrentar caminhadas. O que fazer?

Muitas pessoas se tornam sedentárias justamente porque as pernas doem e incham assim que elas se põem a caminhar, praticar esportes ou outras atividades físicas. Isso afeta não só a saúde do coração como também intensifica as dores nos membros inferiores, resultando num problema crônico que tende a se agravar com o surgimento de varizes e doenças circulatórias — diz o angiologista Rodrigo Kikuchi.
Kikuchi afirma que fazer um check-up das pernas e garantir uma circulação eficaz é o primeiro passo em busca de uma vida saudável.
— O surgimento de problemas venosos indica que o sangue começa a se acumular nas pernas. Manter a saúde das pernas, então, é fundamental para evitar problemas das veias e correlatos.
De acordo com o médico, as doenças arteriais são ainda mais graves do que os problemas venosos.
— O estreitamento das artérias compromete inclusive a saúde do coração e é agravado por fumo, estresse, altas taxas de gordura no sangue (colesterol e triglicérides), sedentarismo, hipertensão, diabetes e obesidade. Nesse caso, aumentam as chances de formação de placas de gordura e coágulos que podem resultar em derrame, acidente vascular cerebral e infarto.
Controlar o peso e manter as pernas sempre saudáveis e em movimento é a dica do especialista para evitar problemas vasculares.
Quem passa longos períodos em pé ou sentado deve movimentar pernas e pés a cada duas horas e ingerir bastante líquido. Caminhar três vezes por semana, subir e descer escadas em vez de usar o elevador, nadar e pedalar são ótimos exercícios para ativar a irrigação arterial dos diversos órgãos e do próprio coração.

clicrbs.com.br/blogdovida

domingo, 23 de maio de 2010

Maratona Internacional de Porto Alegre - Eu participei!!!!

Mais de quatro mil pessoas participam da 27ª Maratona Internacional

Cerca de quatro mil pessoas participam da 27ª Maratona Internacional de Porto Alegre, segundo a organização do evento. As provas começaram às 7h, com largadas na Av. Augusto de Carvalho, junto ao Parque Maurício Sirotsky Sobrinho.

Realizamos esta prova em equipe com oito corredores. É contagiante participar, além de ser gratificante e uma enorme realização pessoal para cada um.

Confira as dicas de alimentação da Unimed para antes e depois da competição:

Antes:

Uva: contém açúcar e pequena quantidade de vitamina C e sais minerais

Pêra: rica em sais minerais. Proveem energia durante longo tempo

Bergamota: fonte de vitaminas e, em menor grau, de sais minerais

Depois:

Banana: contribui para a função muscular ocorrer de forma adequada

Maçã: ótimo hidratante natural com boa quantidade de vitamina e sais minerais

Goiaba: rica em vitaminas, cálcio, ferro e fósforo. Auxilia no combate à fadiga.


No próximo domingo, 30/05 iremos participar da Corrida da Adidas Etapa de Inverno- Vamos là!!

sábado, 22 de maio de 2010

Acertos x Erros

Quem nos dera ser perfeitos e viver o mundo de Poliana, onde todos são felizes e tudo dá certo.

Mas vivemos um mundo real, e somos pessoas reais, sendo impossível colher resultados matemáticos, pois nosso corpo, nosso desejo não funciona desta forma.

Nesse mundo imediatista que vivemos, muitas vezes nos obrigamos a deixar de comer e esperar uma perda de peso significativa, pois somente desta forma nos sentimos realizados, e olhe, muitas vezes ainda frustrados, como se devessemos perder muito mais do que nosso corpo poderia sustentar.

A idéia da perda saudável, onde precisamos nos implicar no processo ativamente assusta, pois lidamos com nossa impotência, o medo de não dar conta, de encarar os acertos e os erros.

Erramos sim, caímos, mas o importante é nossa capacidade de levantar e prosseguir o caminho.

Para muitos, o cair siginifica abandonar o objetivo, siginfica mais uma chance de comer muito, até resolver iniciar novamente o ciclo de emagrecimento.

O que desprezamos é nossa aprendizagem, pois se sabemos que determinada situação ou comida nos faz perder o controle e tropeçar, porque não evitá-la?

A sabotagem fica presente, e a utilizamos sempre que nos convêm. Por isso quando caímos, ficamos no chão, estatelados, lambuzados de calorias, imersos na tristeza e na culpa.

Mudar o foco é imprescindível, pois caímos, e devemos levantar e seguir outro caminho. Não aquele escorregadio,cheio de delícias irrecusáveis, mas um mais seguro, onde pode encontrar amparo.

Existem caminhos em nossa vida, que nos fazsentir segurança, onde nossa auto estima se fortalece, e assim optamos por uma alimentação e estilo de vida mais saudáveis.

Te pergunto:

1- Qual caminho está optando em seguir?

2- Quais os erros que tem persistido em cometer?

3- O quanto seu desejo de perder peso é real?

4- O quanto estar acima do peso te protege?

Perguntas que tem a função de levar a uma ótima reflexão.

Aproveitem!

Luciana Kotaka – Psicóloga Clínica

Especialista em Obesidade e Trasntornos Alimentares

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Dores no corpo? Veja as condições ideais para você trabalhar!

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http://computer.cvcu.com.au - 20/05/2010

Durante o trabalho ou depois de ir para casa, você se sente muito cansado e com dores no corpo? Fique atento a esta matéria e saiba o que os estudos da ergonomia podem fazer para te ajudar.

De acordo com a Associação Internacional de Ergonomia, esta é a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre os seres humanos e outros elementos de um sistema, a fim de aperfeiçoar o bem-estar humano e o desempenho de suas atividades. Os ergonomistas contribuem para o projeto e avaliação de tarefas, trabalhos, produtos, ambientes e sistemas, com objetivo de torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas. Em outras palavras, a ergonomia é a qualidade da adaptação de um dispositivo a seu operador e à tarefa que ele realiza.

Pode-se dizer que a ergonomia está na origem da usabilidade, pois quanto mais adaptado for o sistema interativo, maiores serão os níveis de eficácia, eficiência e satisfação alcançados pelo usuário durante o uso do sistema.

De fato, a norma ISO 9241, em sua parte 11, define usabilidade a partir destas três medidas de base:

• Eficácia: a capacidade que os sistemas conferem a diferentes tipos de usuários para alcançar seus objetivos em número e com a qualidade necessária.
• Eficiência: a quantidade de recursos (por exemplo, tempo, esforço físico e mental) que os sistemas solicitam aos usuários para a obtenção de seus objetivos.
• Satisfação: a emoção que os sistemas proporcionam aos usuários em face dos resultados obtidos e dos recursos necessários para alcançar tais objetivos.
Hoje, as pessoas tendem a trabalhar cada vez mais horas com o computador. E, se os conceitos de ergonomia não forem observados, as dores e indisposições físicas logo virão. Para tornar seu trabalho com o computador mais agradável, siga algumas dicas:
• Evite carregar bolsas ou sacolas pesadas sempre do mesmo lado.
• Não use lentes de contato, prefira óculos, pois as lentes tendem a se ressecar e prejudicar os olhos.
• A altura dos olhos muda de acordo com a sua postura. Ajuste a altura e inclinação do monitor toda vez que a altura dos olhos mudar.
• Evite apertar muito o mouse.
• Não use força para pressionar as teclas.
• Não descanse os punhos na mesa enquanto estiver digitando. Eles devem estar neutros, retos e sem tensão para digitar.
• Posicione o monitor de maneira a evitar brilho ou reflexo. Utilize os controles de brilho e contraste para melhorar as qualidades dos textos e dos gráficos.
• Pés mal apoiados ou nos apoios da cadeira causa redução da circulação sanguínea nas pernas e desconforto atrás dos joelhos.
• Evite torção no pescoço ou no corpo, posicionando o computador totalmente à sua frente.
• Não segure o telefone com o ombro.
• Materiais de uso constante devem estar ao alcance da mão para evitar esforços desnecessários.
• Adote posturas corretas tanto no trabalho quanto em outras atividades.
• Pratique esportes regularmente.
• Evite sentar-se na ponta do assento ou em posição semi-sentada.
• Pratique esses cuidados na escola, em casa e no lazer.

Saúde Plena

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Um cachorro-quente por dia eleva risco de doença cardiovascular em 42%

Comer um cachorro-quente por dia aumenta em 42% os riscos de sofrer doenças cardiovasculares, segundo um estudo americano publicado nesta segunda-feira e que mostra os riscos associados ao consumo de carnes e embutidos.

A pesquisa, da Faculdade de Medicina de Harvard, foi publicada nesta segunda-feira no site do jornal Circulation e se baseia na análise de 1.600 estudos que observaram 1,218 milhão de pessoas em uma dezena de países.

Os resultados mostram que um consumo diário de 50 gramas de embutidos, como uma salsicha, rodelas de mortadela ou de bacon defumado, está associado a um risco 42% maior de desenvolver uma doença cardiovascular, assim como 19% mais chances de ter diabetes tipo 2.

Entretanto, o estudo não revela a mesma correlação com o consumo de carne fresca, seja de boi, porco ou carneiro.

As normas de vida saudável recomendam um limite no consumo de carne, mas até agora "estudos mostraram resultados gerais relacionando o consumo de carne e doenças cardiovasculares e diabetes", afirmou Renata Micha, a principal autora do estudo.

"A maioria dos estudos anteriores não consideraram separadamente os efeitos na saúde do consumo de carne processada versus carne fresca", disse Micha, uma pesquisadora do departamento de Epidemiologia da Escola de Harvard de Saúde Pública (HSPH).

Sódio e conservantes

Enquanto carnes frescas e processadas consumidas nos EUA contêm quantidades parecidas de gordura saturada e colesterol, pesquisadores descobriram que a carne processada "contém, em média, quatro vezes mais sódio e 50% mais conservantes a base de nitratos", disse Micha.

"Isso sugere que diferenças em sal e conservantes, mais que a gordura, podem explicar o maior risco de doenças cardiovasculares e de diabetes no consumo de carne processada".

Com o objetivo de diminuir ataques cardíacos e aumento de casos de diabetes, seria melhor evitar carnes processadas como bacon, salames, salsichas e cachorros-quentes, destaca Micha.

"Baseado em nossas descobertas, comer uma porção de carne processada ou menos por semana estaria associado a um risco relativamente pequeno", concluiu Micha.

http://noticias.uol.com.br

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Qual a diferença entre emagrecer e perder peso

Perder peso e emagrecer são duas coisas completamente diferentes. Emagrecer significa perder tecido adiposo (gordura). Nem sempre a redução dos números na balança reflete uma redução de peso saudável. Mal estar, pele ressecada, irritabilidade, menor capacidade intelectual, podem ser alguns sintomas de perda de peso.

Quando iniciamos um processo de emagrecimento, ocorre uma redução maior de peso maior logo no início, isso porque o nosso organismo perde água, juntamente com a gordura que está sendo eliminada. Como a água pesa mais que a gordura, a balança pode até mesmo acusar um aumento de peso. Mas isso não significa que a pessoa esteja engordando, pois continuará havendo perda de tecido adiposo.
Nessa fase ocorre uma crescente perda de peso com o emagrecimento
de fato, que permite a conquista do seu peso idealizado.

O que determina a redução de gordura acumulada em nosso organismo é
ingerir menos calorias. Ao reduzir a ingestão de calorias,
o organismo irá buscar nas reservas de gorduras, a energia necessária
para as atividades diárias. Porém, ao reduzir a ingestão de calorias, é necessário ter hábitos mais saudáveis. A indicação é a reeducação alimentar e as atividades físicas.

O melhor é buscar atitudes saudáveis para que a sua redução de peso não comprometa a sua massa muscular, pois isso garante o bem estar e facilita a sua manutenção de peso. Procure um nutricionista e faça exercícios físicos, respeitando o limite do corpo.

Saúde Plena

sábado, 15 de maio de 2010

Vamos correr? Saiba o jeito certo

O corpo inteiro precisa estar na posição certa durante o exercício. Saiba qual a postura ideal!

Sentido!

Pensa que só os pés trabalham enquanto você corre? Que nada. O corpo inteiro precisa estar na posição certa durante o exercício. E se não estiver? “Além de causar dores e do risco de contusões, a postura incorreta interfere no rendimento e faz a pessoa se cansar mais”, comenta a professora Clarice Penna Firme, da Cia. Athletica, no Rio de Janeiro. Esses são bons motivos para você manter a linha e escapar de erros comuns.

Braços

“Os cotovelos devem estar flexionados formando um ângulo de 90 graus, com o punho relaxado, a fim de ajudar no equilíbrio e na impulsão do corpo para a frente”, explica Sidney Schapiro, ortopedista especializado em traumatologia do esporte.

Costas

Devem estar em alinhamento perfeito com o pescoço (relaxado, olhando para a frente), os ombros (abertos e soltos) e os quadris (encaixados). “O tronco pode estar levemente inclinado para a frente quando o objetivo é ganhar velocidade”, acrescenta Clarice Penna Firme.

Abdômen

Nem completamente relaxado, de maneira a entortar as costas, nem totalmente contraído, porque aí o corpo fica tenso e o movimento prejudicado. “A barriga levemente contraída ajuda a endireitar a região lombar e a esticar as costas, tornando o movimento mais efi ciente”, diz Clarice.

Joelhos

Cada vez que a perna é lançada para trás, dobre os joelhos. “Assim, você compensa a sobrecarga que a articulação sofre a cada contato com o chão e previne traumas por esforço repetitivo”, orienta a personal trainer Simone Diniz.

Pés

“A cada passada, o certo é tocar o solo primeiro com o calcanhar, transferir o peso para a planta do pé e, então, para os dedos, dando impulso para o

passo seguinte”, descreve Moisés Cohen, diretor do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte, em São Paulo.


Os erros mais frequentes

Até quem corre há algum tempo acaba se distraindo e repetindo alguns vícios. Fuja deles!

Pisar com o pé inteiro no chão: isso significa sobrecarga nos joelhos, tornozelos e coluna, uma vez que não acontece a distribuição do choque ao longo da passada.

Tocar o solo primeiro com a ponta dos dedos: “É uma maneira de acelerar o movimento, porém sobrecarrega o músculo tibial anterior, que fica na parte da frente da perna”, afirma Lafayette Lage, ortopedista especializado em medicina esportiva.

Dar passadas muito curtas:
“Quanto maior o passo, maior é a economia de movimento e mais a pessoa vai avançar no percurso, além de evitar lesões nas articulações dos joelhos e dos tornozelos por esforço repetitivo”, avisa Clarice Penna Firme.

Projetar o pescoço à frente ou correr olhando para o chão ou para o lado: qualquer uma dessas situações gera tensão na coluna e, com o tempo, dores), além do desalinhamento das costas.

Deixar os braços totalmente soltos para baixo: atrapalha a impulsão do corpo e a coordenação dos movimentos dos membros inferiores com os superiores, que é o que garante o ritmo da corrida. E mais: nessa posição, os ombros vão para a frente, desequilibrando a postura.

Correr com os ombros abertos demais: o peitoral é levado para a frente, o que projeta os quadris para trás e sobrecarrega a lombar.

Revista Boa Forma

sexta-feira, 14 de maio de 2010

TCAP - Transtorno Compulsivo Alimentar Periódico,você conhece?

O nome assusta, porém trata-se de um comportamento alimentar compulsivo, onde ocorre um impulso incontrolável de se comer muito, sem escolher o que, mas com uma necessidade de se ingerir rapidamente muita comida, chegando a 10.000 calorias de uma vez só.
Os episódios ocorrem normalmente às escondidas, pois a pessoa tem vergonha e sente muita culpa por se deixar levar por esse comportamento.
As pessoas que tem esse comportamento, sente-se perturbado pela falta de controle que ocorre nesses momentos, e a impotência que gera na sequência do ataque.
Esses episódios de compulsão podem ocorrer por diversos motivos, das quais cada indivíduo terá sua história pessoal que determinará esse comportamento, mas sejam elas quais forem, a necessidade de se compensar essas situações, estão presentes na grande maioria dos casos relatados.
Alguns fatores físicos ,psíquicos e sócio culturais podem ser os disparadores desse processo, juntos ou separadamente.
Alguns critérios são necessários para fechar um diagnóstico do TCAP, eles devem ocorrer pelo menos duas vezes na semana, por um período mínimo de seis meses, e contando com alguns critérios abaixo:
- Comer muito mais rápido do que o normal;
- Falta de controle no momento do episódio;
- Comer até sentir-se mal, empanturrado;
-Sentir-se deprimido e culpado logo após o acontecido;
- Ingerir grandes quantidades de comida mesmo sem fome;
- Comer sozinho por sentir vergonha;
- Sentir repulsa de si mesma e angústia crescente.
O tratamento para esse comportamento compreende uma equipe multidisciplinar como: psicólogo, nutricionista, psiquiatra, entre outros que forem necessários.
É de extrema importância de que no trabalho terapêutico, o sujeito tome conhecimento do porque se desencadeia sua compulsão, os sentimentos presentes, junto com a auto conhecimento e elevação da auto estima.
A máxima é verdadeira: Nem todo comilão é um comedor compulsivo!

Luciana Kotaka
Psicóloga Clínica

www.dicasdenutricao.com

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Vamos exterminar a Barriguinha ?


Exterminar a barriga

Isso é possível se você adotar algumas condutas espertas na sua rotina alimentar. Quem ensina é a nutricionista funcional Andréia Naves, diretora da VP Consultoria Nutricional de São Paulo
1Inclua no cardápio alimentos antiinflamatórios, que previnem o acúmulo de gordura no abdome: cúrcuma, gengibre, pimenta vermelha, chá verde, frutas vermelhas (mirtilo, uvas e berries) e peixes em geral.

2 Fique longe do excesso de açúcar – proveniente, principalmente, dos refrigerantes. No quesito bebidas, aliás, evite tomá-las junto às refeições para não comprometer a absorção de nutrientes importantes no processo de emagrecimento.

3 Elimine as toxinas.
Para tanto, saboreie, pelo menos, duas porções (1 pires) de couve, couve-debruxelas, brócolis ou agrião cozidas no vapor. Assim, você potencializa a desintoxicação do organismo. Se possível, opte pelas versões orgânicas.

4 Reduza o estresse.
Ele aumenta, de forma desequilibrada, a produção de cortisol (hormônio que estimula enzimas responsáveis pelo acúmulo de gordura no abdome). Como relaxar? Escolha alimentos que diminuem sua ação no organismo (abacate, chá-verde, vitamina C); intercale as refeições de três em três horas e invista em terapias corporais como, por exemplo, reiki, shiatsu e biodança.

5 Acerte no óleo.
Ao cozinhar, prefira o de canola, de soja, de arroz ou de coco (sempre em pouca quantidade). Entre outros benefícios, eles aceleram o metabolismo.

6 Controle os hormônios. Eles mantêm o funcionamento celular, regulando o metabolismo energético e o peso corporal. A sugestão é consumir cereais integrais, quinoa, linhaça, soja, frutas e vegetais e castanhas e azeite de oliva.

7 Evite adoçantes artificiais. Eles aumentam a absorção de glicose – que será armazenada na forma de gordura no tecido adiposo (principalmente, na região abdominal). As versões naturais – à base de estévia – estão liberadas.

8 Troque as carnes vermelhas por peixes e aves. O ideal é consumir versões como pescada, sardinha, merluza e lambari. Elas possuem menos toxinas e metais tóxicos que comprometem a “barriguinha”.

9 Aposte em abacaxi, mamão e hortelã – principalmente após as refeições. Eles contribuem para uma eficiente digestão de proteínas, sendo potentes estimuladores estomacais.

10 Incremente a salada. A dica é misturar o azeite de oliva com o óleo de gergelim, o de linhaça e o de macadâmia na azeiteira. Para completar, disponha sobre ela algumas folhas de ervas, como a sálvia, por exemplo. O prato é um grande aliado do processo digestivo.

11 Pratique exercícios físicos. Afinal, têm efeito importante na redução da gordura. Combine atividades que aumentam a massa muscular com aulas de “jump” e “bike”. São excelentes!


Revista Dieta Já

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Preciso de vitamina?!

Carência de vitaminasNosso corpo precisa de doses diárias de vitaminas de todos os tipos para poder se desenvolver e crescer saudável. Por esse motivo todos nós precisamos de vitaminas para sobreviver, e de todas elas. Sem elas não conseguiríamos exercer as nossas funções normais do dia a dia, como pensar, correr, rir, trabalhar e até dormir! O que acontece as vezes, é, que por algum motivo, ficamos com carência de algum tipo dessas substâncias, e isso traz um desequilíbrio ao nosso corpo causando muitas vezes doenças, cansaço e stress.
Mas então, como saber se estou com falta de alguma vitamina?

Alguns sintomas de carência de vitaminas

Se você se sentir realmente cansado pode estar deficiente em tiamina, vitamina B12, biotina e PABA, todas são vitaminas do complexo B.
A falta de vitamina A causa cegueira noturna. Se sente-se triste, pode ser carência de vitaminas B1 e PABA, a depressão pode estar relacionada à deficiencia de vitamina B12. Insônia tem a ver com a falta das vitaminas B3 e B6. Problemas como dores no corpo, fraqueza, sangramento nas gengivas, anemia e perda de apetite podem estar relacionados com carências das vitaminas C, A, B1, B6, D e ácido fólico. Outro fato interessante: a falta de vitamina E pode causar falta de vitalidade sexual!

Onde encontrar as vitaminas?

  • Vitamina A: fígado, manteiga, leite integral, queijo, gemas, legumes amarelos, espinafre, folhas de beterraba, cenouras e nabos.
  • Vitamina B1 ou tiamina: cereais integrais, aves, fígado, peixe, sementes, nozes, levedura de cerveja, farelo e gérmen de trigo.
  • Vitamina B3 ou Niacina: salmão, atum, gérmen de trigo, levedo de cerveja, legumes, feijões, ervilhas, figos secos, ameixas secas.
  • Vitamina B6 ou Piridoxina: salmão, arenque (pequeno peixe gorduroso), fígado de porco, bananas, pêras, arroz integral, feijão, carne e legumes frescos.
  • Vitamina B12: carnes, aves, leite em pó desnatado, e produtos de soja fermentados.
  • Ácido Fólico: couve, hortaliças, legumes, rins, fígado, espinafre, salsa, levedura de cerveja, e agrião.
  • Biotina: ovos, nozes e queijo.
  • PABA: ovos, levedura de cerveja, melado, germe de trigo e cereais integrais.
  • Vitamina C: brócolis, pimentão verde, e quase todas as frutas e verduras.
  • Vitamina D: óleo de fígado de bacalhau, manteiga e leite fortificados, mariscos e gemas de ovos.
  • Vitamina E: gérmen de trigo, óleo de gérmen de trigo, grãos inteiros cozidos, sementes, nozes e cereais.
O importante é sempre ingerir as doses diárias recomendadas de vitaminas para que o organismo sempre esteja em perfeito equilíbrio, caso aconteça de haver carência de alguma vitamina a reposição da mesma deve ajudar a melhorar os sintomas e o organismo retormar às suas atividades normais. Deve haver maior cuidado com carência de vitaminas principalmente para mulheres grávidas, vegetarianos e pessoas idosas. Estudos tem demonstrado que uma nutrição adequada graças a uma alimentação saudável proporcionam um processo de envelhecimento mais lento e uma melhor qualidade de vida.

alimentacao-saudavel.com

terça-feira, 11 de maio de 2010

O que pesa na balança

Você decide começar uma dieta, corre para a balança e anota seu peso. Vai conferindo seus progressos, até que um dia leva uma surpresa: o ponteiro subiu de uma hora para outra. Antes de achar que a dieta não vale a pena, saiba que outros fatores influenciam no peso, às vezes provocando um acréscimo de até 2 quilos! Aqui estão os principais:
  • Tipos de balança – é muito comum ocorrerem oscilações entre balanças diferentes por causa da regulagem de cada uma. Aquelas do tipo doméstico são as piores, pois não têm um mecanismo apropriado para pequenas variações de gramas, o que, no caso de uma dieta, pode ser muito significativo. Portanto, acompanhe sua evolução sempre na mesma balança, de preferência digital.
  • Período pré-menstrual – subir na balança nesses dias pode lhe render um susto, pois nessa fase o organismo retém maior quantidade de líquidos. Alguns sintomas visíveis são o inchaço dos seis e abdômen, e às vezes até prisão de ventre.
  • Roupas e horário – o ideal é estar sem roupa, pois sapatos e calça jeans, por exemplo, provocam uma boa diferença. O momento do dia que você escolhe para se pesar também influencia. Procure estar sempre com a mesma roupa, em um determinado horário, se possível em jejum de mais de quatro horas e com a bexiga vazia.
  • Excesso de transpiração – você acaba de sair da aula de ginástica com 59 kg, por exemplo. Duas horas depois voltou aos 60 kg. Isso não significa que você engordou. O que ocorre é a perda momentânea de peso depois de suar muito. Mas ela é reposta assim que você bebe água em quantidade suficiente.
  • E, mais importante: correr para a balança todos os dias não é nada aconselhável para quem faz dieta. Isso provoca ansiedade, que ativa a compulsão e resulta em “assaltos” à geladeira. E isso sim pesa pra valer na balança!
vivermelhor.terra.com.br

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Os Desafios do Emagrecimento

A perda de peso ocorre de maneira diferente em cada pessoa e é importante que se possa reconhecer os pontos fracos que surgem ao longo do caminho. Seja qual for sua dificuldade, descubra-a e programe-se para vencê-la. Para ajudá-lo a encarar este desafio, darei algumas dicas para superar problemas que ocorrem durante o emagrecimento:

Dificuldade de fazer exercícios físicos: para muitas pessoas, fazer exercícios é um verdadeiro tormento. Encontrar uma atividade física que esteja de acordo com sua rotina e com seu jeito de ser é um ponto fundamental para que você a pratique com regularidade.
Procure conversar com um instrutor físico, pois ele te oferecerá uma gama de atividades que se encaixam ao se perfil. Além disto, se você sentir muita dificuldade no início, procure aumentar o tempo das atividades gradualmente (15 min, 20min, 30 minutos/dia até atingir 1 hora).

Necessidade de comer doces ou alimentos calóricos: algumas pessoas relatam necessitar do consumo de doces ou outros alimentos igualmente calóricos em porções diárias. Considerando que a ingestão destas substâncias é certamente prejudicial ao emagrecimento, sugere-se que seu consumo seja reduzido diariamente, até que se consiga eliminá-lo da dieta. Se desejar, converse com uma nutricionista sobre os alimentos substitutivos que te ajudarão a saciar a vontade de doces e afins, sem comprometer a perda de peso.

Compulsão, ansiedade, depressão e outros problemas psicológicos: quando a dificuldade de emagrecer não está ligada a hábitos incorretos, mas sim a problemas emocionais, o tratamento psicológico passa a ser um item de peso para o emagrecimento. Quando não tratados, estes distúrbios podem comprometer não apenas a perda de peso, mas também a qualidade de vida do indivíduo.

Listei algumas dicas que podem contribuir para a superação de dificuldades enfrentadas durante o processo de emagrecimento. Embora estas dicas não se apliquem a todos, o mais importante é que cada pessoa saiba reconhecer onde está seu ponto de dificuldade e lutar contra ele.

O emagrecimento é um processo gradual e quanto mais você conseguir eliminar as dificuldades que atravessam seu caminho, mais rápido atingirá o sucesso que deseja. Este é o grande desafio e vale a pena enfrentá-lo!

cyberdiet.terra.com.br

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Inclua um cereal em sua alimentação saudável

CereaisUma ótima opção para um café da manhã saudável são os cereais. Além de eles serem rápidos e fáceis de preparar são também ricos em ferro, fibras, carboidratos, cálcio e possuem pouca gordura e colesterol. Qualquer um pode preparar uma boa porção de cereais no café da manhã e garantir a energia necessária para o dia inteiro, pois basta misturá-los com leite e pronto.

Muitas pessoas acham que se pularem o café da manhã irão emagrecer, ou então acham que o café da manhã lhes dá mais fome durante o dia. Isso na verdade é um mito. Ficar sem comer achando que irá emagrecer só fará você comer mais na próxima refeição, e se acha que quando toma um café da manhã fica com mais fome durante o dia é porque seu café da manhã não foi rico em carboidratos o suficiente, pois se come apenas uma bolacha ou uma pequena fatia de pão, na verdade está preparando seu estômago para a ingestão de mais alimento, deixando-o realmente com fome. Por este motivo é de extrema importância que seu café da manhã seja o suficiente para suprir suas necessidades enegérticas até o almoço.

Os cereais como sucrilhos, all bran, farelo de arroz ou trigo, aveia ou granola, consumidos junto com leite desnatado ou frutas são uma ótima opção de café da manhã nutritivo e fácil de preparar. Veja agora 4 dicas para levar em conta na escolha do melhor cereal para seu café da manhã.

Prefira os cereais enriquecidos com ferro

Muitos cereais encontrados no mercado são enriquecidos com ferro, o ferro faz parte das hemácias, que são responsáveis por levar o oxigênio dos pulmões para seus músculos. Ele ajuda também na anemia. Se ingerir um cereal enriquecido com ferro juntamente com uma fonte de vitamina C, como um copo de suco de laranja, aumentará em muito a absorção de ferro pelo seu organismo.

Prefira os cereais ricos em fibras

Os cereais, principalmente os de farelo de trigo, como o all bran da Kellogs, contém muito mais fibras do que frutas e verduras, o que melhora seu trânsito instestinal e evita a constipação, além de prevenir câncer.

Prefira os cereais sem açúcar

Se é acostumado a comer cereais com açúcar, como os sucrilhos de milho açucarados, deveria tentar mudar para os sem açúcar. Pois além de a quantidade de açúcar contidas neles não ser muito saudável, ela só aguça seu paladar para doces, fazendo-o ter mais vontade de ingerí-los.

Prefira os cereais de baixo teor de gorduras

Muita gordura faz mal para a saúde, causa doenças cardíacas, câncer além de ganho de peso. Escolha os cereais com menos gordura, mas se realmente os quiser comer, use-os como complemento junto com uma quantidade de cereais livres de gordura. A granola é um cereal que tem muita gordura.

O importante é adequar a sua dieta para o consumo regular de cereais, pois são muito mais saudáveis do que massas como pães. Consuma-os junto com leite desnatado ou sucos de frutas, e verá que logo não ficará mais sem eles!

www.alimentacao-saudavel.com

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A Gula: descontrole traz prejuízos à saúde

Impulso dá prazer, mas pode desencadear doenças graves como obesidade e bulimia

Ela é fato tão presente na vida das pessoas que até foi incluída na lista dos 7 Pecados Capitais, ganhou dia de comemoração ( todos os dias 26 de janeiro) e não há quem não tenha resistido ou capitulado a ela ao menos uma vez: a gula.

Se exceder na quantidade de comida e de bebida pode provocar um prazer enorme, mas, por outro lado, traz consequências não tão agradáveis à saúde e bem- estar do nosso corpo, como o sobrepeso e até a obesidade.

Mas por que será que é tão difícil dizer não às tentações gastronômicas da geladeira, das padarias, restaurantes, supermercados e das ruas?

“Quando comemos, nosso cérebro recebe uma carga de dopamina, hormônio responsável pelo prazer. Ao olhar o alimento, ficamos com vontade de degustá-lo, porque nosso cérebro lembra-se do prazer que sentimos quando esta comida é consumida e aparece a vontade de comer determinado prato?, explica a nutróloga Paula Cabral, da Clínica Hagla, no Rio de Janeiro.

“O problema é quando este prazer que é benéfico para a saúde, age de forma descompensada no organismo e necessitamos de mais comida para que a produção de dopamina seja estimulada, daí comermos para satisfazer a gula e não a fome “, continua.

Os dois lados da gula

A gula é considerada um distúrbio alimentar, que se caracteriza pelo uso da comida como compensação por algo que não está indo bem em outras áreas da vida.

De origem emocional, ela desencadeada, principalmente por decepções. “É como se a pessoa descontasse a sua frustração nos alimentos”, explica a nutróloga.

“Quando passamos a comer por impulso, ou seja, muito mais do que precisamos, as taxas de insulina em nosso organismo aumentam e nosso corpo se acostuma a ingerir sempre a mesma quantidade de alimentos, daí o aumento de peso”, Paula.

Mas nem sempre ela deve ser vista como vilã. A gula é positiva quando funciona como uma reação natural do organismo diante da vontade de comer um determinado alimento e não interfere na saúde.

Quando é assim, a gula se apresenta de forma isolada e esporadicamente. “É muito bom quando ela está ligada a nossa vontade de comer um doce ou o almoço de domingo. Matamos a vontade de saborear as receitas, sentimos bem-estar e prazer e não prejudicamos nossa saúde física e mental”, explica.

Quando comemos, nosso cérebro recebe uma carga de dopamina, hormônio responsável pelo prazer

O lado negro da comilança é que ela pode se transformar facilmente em um transtorno e provocar doenças, alterando o funcionamento físico e mental de nosso organismo. Só que muitas vezes a pessoa demora a se dar conta que a gula está fazendo mal.

“Normalmente, a consciência vem quando o peso já está bem acima do normal”, diz Paula. Alguns de seus efeitos mais graves são:

-Obesidade: é o efeito mais comum da gula, já que a pessoa que come por impulso, em geral, não percebe de imediato que está com um distúrbio. “Como os níveis de insulina sobem e o organismo se acostuma com aquela nova quantidade de alimentos que a pessoa passa a ingerir por compulsão, o ganho de peso é inevitável”, diz Paula.

- Provocar mais frustração e tristeza na medida em que a pessoa percebe que não está conseguindo resolver sua dor emocional através da comida.

“A paciente não consegue aliviar a dor ao comer muito e fica ainda mais deprimida, porque sabe que está exagerando na dose e vai engordar. O resultado desta situação é um problema duplo: a insatisfação com a vida emocional e com o próprio corpo”, explica Paula.

-Anorexia e bulimia: a gula pode ser responsável por desencadear os dois problemas, já que em ambos os casos o paciente passa a estabelecer uma relação deturpada com os alimentos em função de aspectos emocionais. “A anorexia e a bulimia podem se manifestar quando a pessoa engorda demais em razão desta gulodice e para de comer ou rejeita os alimentos numa tentativa de perder peso”.

Controlando a gula

A nutróloga Paula Cabral explica que o tratamento para a gula deve ser interdisciplinar e envolver nutricionistas e psicólogos para que causas e efeitos sejam controlados: “Não adianta fazer um tratamento alimentar com uma dieta equilibrada, se a paciente não resolveu seus traumas emocionais. Para que o problema seja resolvido, deve haver um equilíbrio entre corpo e mente”, explica Paula Cabral.
Fique de olho nas dicas da especialista:

1.Reeduque seu cérebro, para trabalhar a compulsão pela comida. Antes de descontar as suas frustrações na comida, procure repensar suas atitudes e tente achar a origem do problema, assim, verá que comer demais não é a solução.

2. Coma devagar e apenas quando tem vontade de comer.

3. Não se prive de comer. “Às vezes trocamos o sorvete pela cenoura só para dizer que controlamos nosso impulso, mas depois de alguns minutos, tomamos o sorvete também. O segredo não está na restrição alimentar e sim na quantidade de alimentos que ingerimos”, explica.

Vitamina A contra gula

Os últimos estudos envolvendo vitamina A têm tudo para mudar completamente o conceito de quem acha que, no máximo, ela é boa para a saúde dos olhos.

É que a vitamina A acaba de ser apontada como a mais nova aliada contra a obesidade. Estudos recentes realizados pela Universidade Federal do Rio de Janeiro apontam a relação deste nutriente com a leptina, o chamado hormônio da saciedade.

“A vitamina A pode ser encontrada em vegetais e frutas de tons alaranjados, como o mamão, laranja, abóbora e cenoura”, explica a nutricionista chefe do MinhaVida, Roberta Stella. Segundo as pesquisas, a falta da vitamina A diminui a produção de leptina, causando ataques de gula.

Por outro lado, quando os níveis de vitamina A estão abaixo da necessidade do organismo, as células de gordura (adipócitos) se multiplicam com maior facilidade.

E o que é pior: elas não só aumentam de quantidade, mas também de tamanho, provocando aumento de gordura localizada no corpo.

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